Ronaldo Fenômeno se manifesta sobre Renato Gaúcho na Seleção Brasileira
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) segue em busca de um novo treinador para a Seleção Brasileira após a demissão de Dorival Júnior. O ex-jogador Ronaldo Fenômeno, em participação no programa “Galvão e Amigos”, cobrou agilidade na definição do substituto e apontou nomes que considera ideais para assumir o cargo.
Durante a conversa, Ronaldo indicou sua ordem de preferência para o novo comandante da Seleção. O primeiro nome citado foi Pep Guardiola, atual técnico do Manchester City. Na sequência, mencionou Jorge Jesus, Abel Ferreira e, por fim, Renato Gaúcho.
Segundo ele, Renato seria uma opção viável em caso de urgência, devido à sua capacidade de mobilizar o grupo e lidar bem com os jogadores.
Ronaldo chancela escolha por Renato Portaluppi na Seleção
“A escolha de um novo técnico deveria acontecer com muito mais velocidade do que a CBF está conduzindo. Mas, na minha opinião, eu tentaria primeiro Guardiola, depois Jorge Jesus e Abel. Se nenhum deles aceitasse, Renato Gaúcho poderia ser uma solução emergencial até a Copa, pois tem facilidade em conquistar o elenco e lidar com momentos de pressão”, afirmou Ronaldo.
Além de comentar sobre a seleção, Ronaldo também falou sobre sua desistência na corrida pela presidência da CBF. O ex-atacante chegou a se articular para disputar a eleição, mas não conseguiu apoio suficiente para seguir adiante. Apesar disso, garantiu que seguirá comprometido com o desenvolvimento do futebol brasileiro, mesmo sem um cargo na entidade.
“Me senti na obrigação de tentar. Me preparei, conversei com vários presidentes de clubes e federações, mas não consegui o suporte necessário. Muitos esperavam que eu fizesse uma oposição ferrenha, mas esse não é meu estilo. Quero ajudar o futebol brasileiro, e vou continuar fazendo isso de outra maneira”, explicou.
Por fim, Ronaldo reforçou que não considera Ednaldo Rodrigues, atual presidente da CBF, um inimigo e espera que a entidade tome medidas para recuperar o futebol nacional. Ele destacou preocupações com a falta de preparação de treinadores e o futuro da modalidade no país.